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Workshop / palestra - 2 Horas

Ritmos Biológicos no dia-a-dia: por que é tão difícil a Segunda de manhã?

P
ORTO, 23 Março 2012
Inscrições até 18 Março

(fim da tarde, das 18h às 20h)



DESTINATÁRIOS
Todos os interessados.

APRESENTAÇÃO/ OBJECTIVOS
Nesta apresentação começamos por abordar a distinção entre ritmos biológicos e biorritmos para em seguida apresentarmos os principais conceitos da Cronobiologia. Nesta parte iremos dar uma ênfase particular ao cronotipo de cada participante que assim poderá descobrir se é cotovia (matutino), intermédio ou mocho (vespertino). Abordamos também algumas aplicações da Cronobiologia nomeadamente ao trabalho por turnos, à cronofarmacologia, ao jet lag e à educação.

A terminar apresentamos sugestões práticas para a nossa vida diária e respondemos à questão por que é tão difícil a segunda-feira de manhã?

A cronobiologia é a o estudo sistemático das características temporais da matéria viva em todos os seus níveis de organização sendo a ciência que investiga e quantifica mecanismos de estruturas temporais biológicas. Apesar de a ritmicidade em diversos organismos ser descrita desde a antiguidade a Cronobiologia só foi reconhecida como ciência a partir de 1960, data da realização do Cold Spring Harbor Symposium on Biological Clocks, onde foram adoptadas metodologias rigorosas tanto ao nível do desenho experimental como da demonstração matemática e estatística da ritmicidade biológica.


CRONOGRAMA
2 horas.
Fim de tarde, das 18h às 20h.



VALOR DA INSCRIÇÃO
Horas de Formação = 2 horas
N.º mínimo de inscrições até ao dia limite (impreterivelmente): 20 participantes.
Tipo de Inscrição
INSCRIÇÕES LIMITADAS
1ª Fase
até 11 Mar
2ª Fase
após 11 Mar
Profissional
€ 15 € 18
Profissional Cliente ORASI e
Estudante *
€ 12 € 15
Estudante Cliente ORASI € 10
€ 13
*Mediante apresentação do comprovativo de estudante /digitalizado ou enviado por ctt)

NOTA - Os inscritos terão acesso a pasta, papel, caneta ou lápis e certificado.



ORADOR/ FORMADOR CONVIDADO

Jorge Silvério, Prof. Doutor

Licenciado em Psicologia pela Universidade do Porto, tem uma Pós-Graduação em Desordens da Ansiedade e do Humor pelas Universidades de Maastricht e Oxford e foi o primeiro mestre em Portugal em Psicologia do Desporto (grau obtido na Universidade do Minho). É doutorado em Psicologia do Desporto pela Universidade do Minho sendo actualmente Professor Auxiliar no Departamento de Psicologia da Universidade do Minho. É coordenador do curso de Mestrado Integrado em Psicologia Desportiva da Universidade do Minho. No âmbito do Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Minho orienta as “Oficinas de Comunicação” nos 2º e 3º anos. É membro de vários projectos de investigação nacionais e internacionais sendo o coordenador do projecto Realidade Virtual no Tratamento da Acrofobia financiado pela Fundação Bial. Organizou vários congressos, seminários, colóquios e simpósios Nacionais e Internacionais. É colaborador regular de vários jornais, revistas e rádios, tendo assinado semanalmente, durante dois anos, uma crónica sobre Desporto no Jornal de Noticias. Neste momento assina uma crónica mensal sobre desporto na Revista Futebolista. É autor de mais de uma centena e meia de comunicações em congressos nacionais e internacionais. É autor de cerca de cinco dezenas de publicações em revistas e livros nacionais e internacionais incluindo o seu mais recente livro “Como ganhar usando a cabeça” actualmente em 4ª edição. É formador convidado da Federação Portuguesa de Futebol (foi o responsável da disciplina de Ciências do Comportamento em dois cursos UEFA PRO IV Nível para treinadores de Futebol tendo tido como alunos, entre outros, José Mourinho, José Peseiro, José Couceiro, Carlos Carvalhal, Carlos Brito, Domingos, Vítor Pontes, Luís Castro) e da Federação Portuguesa de Natação, bem como de outras Federações e agremiações desportivas. Foi assessor da Comissão Médica da Missão Olímpica Sydney 2000. Foi 8 anos psicólogo da equipe de natação do Sporting Clube de Braga. No âmbito do programa TUTORUM apoia psicologicamente os atletas de alta competição da Universidade do Minho e é igualmente tutor dos alunos-atletas do Mestrado Integrado em Psicologia. Assinou recentemente um protocolo com a Comissão de Atletas Olímpicos para proporcionar apoio psicológico aos atletas Olímpicos e Esperanças até Agosto de 2012. É psicólogo e consultor de vários atletas, alguns dos quais Olímpicos, na Natação, no Automobilismo, na Patinagem, na Ginástica, no Ténis, no Golfe, no Taekwondo, no Tiro com Arco, em Orientação, no Futsal e no Futebol e consultor de treinadores e equipas de várias modalidades. Foi durante cinco meses, na época 2005-2006, psicólogo da equipa profissional de futebol do Futebol Clube de Penafiel. É coordenador do ciclo de Desporto dos Serões da Bonjóia organizados pela Porto Social Fundação. É membro de várias Associações Científicas Nacionais e Internacionais entre as quais se destaca a Divisão 47 (Psicologia do Desporto e da Actividade Física) da Associação Americana de Psicologia. Viu recentemente o seu currículo ser incluído no livro “500 Líderes da Europa para o Novo Século” editado pela Baron´s Who´s Who. Foi nomeado pela Comissão Executiva da Liga Portuguesa de Futebol Profissional Provedor do Adepto a partir da época desportiva 2009-2010.




LOCAL

Sede da ORASI/ parceira da EME SAÚDE
Rua Arquitecto Marques da Silva, n. 285, 1º C
4150-484 Porto
Tlf. 22 099 17 81 ou tlm 91 808 58 70
(o local no Porto pode ser atempadamente alterado caso o número de inscrições
ultrapasse as vagas disponíveis)




PARA SE INSCREVER NESTE EVENTO:



SOBRE HORAS ACREDITADAS
Todas as empresas nacionais que organizam cursos de formação não têm o poder de decidir se os cursos por si organizados dão créditos ou quantos créditos são atribuídos às horas realizadas. No entanto, considerando o disposto no artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho, e tendo em vista o prosseguimento de estudos para a obtenção de um eventual grau académico (Mestrado ou Doutoramento), os estabelecimentos de ensino superior poderão creditar até 34 ECTS. Para além desta constatação, a realização de um curso ou evento de formação constitui-se sempre numa valorização curricular na admissão a concursos de emprego público e privado. Assim, com o certificado do curso ou cursos ORASI realizados, poderá solicitar às instituições de ensino superior onde pretende prosseguir estudos, a atribuição de créditos pelos cursos realizados, cabendo à instituição que propõe a decisão final. Quanto aos clientes que não pretendem equiparação académica, esperamos que a formação por si só, contribua para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.